Foi Realizado Nesta sexta-feira, dia (04) de Agosto a Campanha Alusiva ao Junho Violente. Prevenção e Combate à Violência Contra a Pessoa Idosa.

 Foi realizado nesta sexta-feira dia (04) de agosto a campanha alusiva ao Junho Violente. Prevenção e combate à violência contra a pessoa idosa. 

Programação da campanha; 

Na quinta-feira, dia (03) de agosto, foi realizado a conscientização pelas ruas através de visitas domiciliares por meio de panfletagem, também a equipe técnica com o conselho do idoso, esteve na rádio local "Cidade FM" abordando um pouco o tema da campanha.



Na sexta-feira, dia (04) foi realizado uma roda de conversa com a equipe técnica de referência onde a psicóloga Gilka Mary Alves, realizou uma roda de conversa abortando o tema da campanha, (Violetas Contra A Violência).

                                        

Respeitar a integridade física e psíquica e incentivar a denúncia de ações violentas contra as pessoas idosas. Apesar de parecer uma concepção simples e de conhecimento comum, esta é uma reivindicação que segue atual.

"Nós estamos aqui no mercado público desde às 15:00 hrs, hoje nós viemos nos reunir com os nossos idosos, na campanha alusiva do dia 15 de junho (Campanha de Prevenção e Conscientização Sobre a Violência Contra os Nossos Idosos). Hoje foi realizado uma palestra, violetas contra a pessoa idosa, exatamente para trazer essa fala de que os nossos idosos eles precisam ser acolhidos, nossos idosos precisam ser amparados, longe de negligência, longe de extorsão, nós tivemos o número bem grande de idosos é sempre assim nas nossas campanhas, e foi um momento bastante afetivo além da nossa fala de conscientização. Foi possível trazer uma colocação sobre a violência com nossos idosos, desde a violência física, a violência psicológica, verbal, financeira, medicamentosa, emocional, então assim, foi um momento singular foi muito bom!". Relatou a Técnica de Referência do CRAS: Psicóloga Gilka Mary Alves.

                                    

 Foram registradas 386.642 violações de direitos, como violências físicas, psicológicas, patrimoniais, sexuais, abandono e discriminação. No mesmo período do ano passado, eram 223.951. Cada denúncia pode ter mais de um tipo de violação.

As violações psicológicas são as mais comuns. Elas ocorrem em atos como agressões verbais, tratamento com menosprezo ou qualquer ação que traga sofrimento emocional ou afete a autoimagem e autoestima da pessoa. Só em 2023 já foram registradas mais de 120 mil violações deste tipo.

Quais são os tipos de violência e como identificar? 

Não são apenas as agressões físicas que preocupam as especialistas, mas também as psíquicas, emocionais e outros tipos de negligência. Conheça algumas: 

  • Violência física: por serem agressões, costumam deixar marcas visíveis no corpo, como hematomas e machucados, sendo mais fáceis de identificar; 
  • Violência psicológica: como ameaças e xingamentos, que acabam por oprimir e podem fazer com que a pessoa tenha comportamentos de reclusão, desconfiança e quadros de depressão e ansiedade; 
  • Abandono: tanto material quanto emocional, impedindo a pessoa de possuir bens materiais e dinheiro, dificultando o acesso a serviços importantes e isolando do convívio em sociedade; 
  • Negligência: deixando de prestar assistência e cuidados mínimos necessários, como higiene e conforto no cotidiano; 
  • Violência sexual: pode ser evidenciada com sangue nas roupas, peças íntimas rasgadas ou comportamentos diferentes. É um ponto de atenção principalmente para pessoas com alguma condição mental que impeça o discernimento em relação às ações que ocorrem ao seu redor; 
  • Violência financeira: quando há o desvio indevido de valores ou a apropriação de posses; 
  • Violência institucional: é a falta de serviços e atendimentos gratuitos e destinados exclusivamente a este público, como, por exemplo, centros e casas de acolhimento. 

O sofrimento emocional ou abuso verbal também podem causar falta de apetite, perda de peso, mudanças no comportamento, falta de higiene, manchas no corpo e justificativas vagas ou repetidas. 


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